• Rockcast 23 - Rocktimes

    Nesta semana os Rockcasters discutem sobre as notícias que mais abalaram o mundo: Lobão e os coloridos ((Entenda AQUI)). Dão suas opiniões sobre o fato, comentam sobre a solidariedade do Liam Gallagher em relação ao Japão e trazem de volta um quadro que nos lembrou muito a época de ouro da rádio, o Rocktimes.

  • Rockcast 21 - Espírito Santo, Amém

    Esta semana os rockcasters, com a ausência da Jackie Blue, batem um papo com a galera da Banda Saint Spirit, banda de Trash Metal da Baixada Fluminense, RJ. Eles ensinam como ter fôlego para cantar gutural e tocar bateria ao mesmo tempo e revelam o futuro lançamento do "Totó da Saint Spirit."

  • Papel da Música na Educação

    Este é meu texto de estréia aqui, portanto nada melhor do que falar de duas coisas pelas quais dedico intensamente minha vida, educação e música. Acredito que preciso gerar um impacto interessante para que sempre venham aqui conferir minhas redações.

Este é meu texto de estréia aqui, portanto nada melhor do que falar de duas coisas pelas quais dedico intensamente minha vida, educação e música. Acredito que preciso gerar um impacto interessante para que sempre venham aqui conferir minhas redações.

Em relação à educação tenho como base um dos maiores educadores de todos os tempos, é brasileiro e respeitado em todo mundo Paulo Freire, escreveu obras celebres, uma delas “Pedagogia do Oprimido”, apesar de ser um dos maiores filósofos, sociólogos do tema educação a frase mais impactante dele na minha formação não foi alguma análise critica profunda e sim esta aqui “não há educação sem amor”, escrita em um pequeno livreto chamado “Educação e mudança”.

Assim começo falar sobre música e educação, justificando que na verdade não há NADA que funcione sem amor. Primeiro que pra educar precisamos de dedicação, organização, paciência, lutar às vezes solitários por nossos educandos, filhos ou alunos. Mais ainda pensar na música, não sei de fato a porcentagem, mas creio que em relação aos artistas do Brasil 2% devam conseguir sobreviver de sua criação artística, quer amor maior que pagar pelo sonho, pra fazê-lo possível, isso mesmo pagar pra trabalhar.
Música é arte, a arte é fruto da sensibilidade, da percepção do espaço e das experiências e o que é educação? Não teria o mesmo conceito? Creio que sim, por isso enxerguei como ferramenta a música para a formação do alicerce que se dá na formação do ser humano. A música nos aproxima da experiência viva, de alguém que através de acordes nos permitiu sonhar.

A primeira vez que ouvi a música “Faroeste Caboclo”, da banda Legião Urbana, fiquei imensamente encantado no transporte imaginativo a qual fui exposto. Digo isso, pois, cada acorde me fazia ver poeira no chão levantando, um jovem destemido sonhador que venceu aquilo que nem imaginava e viveu. Eu podia enxergar tudo, e os acordes me deixavam ainda mais próximo de cada cena.

A música pode ter essa função de nos levar aos confins do inimaginável, do inconcebível, digo isso pela ausência da experiência a qual o compositor esteve exposto não o ouvinte e por que, cada acorde, metáfora, nos aproxima, muito da realidade de cada obra, aliás, de cada ser ou personagem expresso na obra que se não existem passam a existir. Educar é isso, levar ao vazio do conhecimento experiências pra que ele passe existir, se formar. Experiência é conhecimento, só existe conhecimento, depois que você fica exposto à experiência, que não precisa em si ser a sua, mas no caso a de outro.

Acredito que todos nós nos educamos através dos acordes, melhor ainda quando é evidente que a intenção era transformar, melhor ainda é quando nos permitimos sermos transformados e em seguida transformadores.
No próximo texto continuarei falando de educação e música, porém vamos falar sobre alienação e indústria cultural, algo sério a ser combatido. Obrigado até mais.

Denis Grillo.

Nesta semana os Rockcasters discutem sobre as notícias que mais abalaram o mundo: Lobão e os coloridos ((Entenda AQUI)). Dão suas opiniões sobre o fato, comentam sobre a solidariedade do Liam Gallagher em relação ao Japão e trazem de volta um quadro que nos lembrou muito a época de ouro da rádio, o Rocktimes.

Para baixar o podcast clique com o botão direito do mouse AQUI e depois clique em "Salvar link como..."
Para baixar em .ZIP clique AQUI
Ou ouça no Player abaixo:

Nesta semana (após o descanso de carnaval) os Rockcasters voltam pra falar de assuntos variados, sem nenhum convidado dessa vez, só mesmo os participantes fixos.

No dever de casa os Rockcasters indicam bandas que curtem para que as pessoas possam conhecer. Acompanhem os links aqui embaixo:

RaphaelZero: X Japan, música "X".
Jackie Blue: The Pretty Reckless, com a música "Zombie"
Sérgio Luiz: FIDOP, com a música "Terceiro Nível"
Vanguedes: Wizo, com a música "Pippi Longstrampf".

E no "Ouça Agora", a música Rope, do Foo Fighters. Preview do seu novo álbum, Wasting Light.


Para baixar o podcast clique com o botão direito do mouse AQUI e depois clique em "Salvar link como..."
Para baixar em .ZIP clique AQUI
Ou ouça no Player abaixo:

Uma das coisas que tem me irritado muito ultimamente (e quando digo "ultimamente", quero dizer nos últimos anos, não nos últimos dias) é o fato de ter se tornado "cool" falar mal de todas as coisas que existem no universo. Sejam elas boas ou ruins.

A questão não é só criticar, não é só fazer uma colocação interessante sobre o assunto, a questão é reclamar de qualquer coisa que venha a acontecer na sua frente. Seja ela física ou espiritual.

Ninguém pode mais ter uma opinião divergente, ninguém pode mais querer votar em certo candidato, ninguém pode mais, sequer, gostar de uma banda diferente de seu "gosto habitual". Ninguém pode mais nada, nessa cultura de massa crítica que se formou.

Acho que isso tudo provém da nova onda de "Stand Up comedy", onde todo texto (originalíssimo, diga-se de passagem) começa com "Eu não entendo...".

Amigo, se você não entende, não há porque argumentar o contrário (ou mesmo a favor). Você mesmo já começa invalidando totalmente o que vier a seguir. Afinal, por que raios de motivo eu daria atenção para alguém que está deixando claro que não entende nada do que está falando? É como eu dizer que não entendo nada de música e ainda assim querer debater que uma banda é melhor que a outra. Isso te torna um ignorante, antes mesmo de ouvirmos a sua opinião (o que só viria confirmar a nossa expectativa).

Você confiaria em um médico que começa o seu diagnóstico com "Olha, eu não entendo nada de câncer, mas eu acho que você tem um).

E assim criou-se essa nova moda de falar mal, sem nem mesmo entender. E o Carnaval, meus amigos, é só mais um dos alvos.

Vamos aos fatos. A maioria das pessoas que reclamam de "Odiar carnaval", é gente com idade o suficiente para viver um "carnaval" todos os dias. Logo, torna-se ilógico o fato de você comemorar no twitter toda sexta feira que você vai sair pra beber e pra "causar" na balada, enquanto no carnaval (data santificada e apoiada pelos políticos como um todo em que você, obrigatoriamente, FAZ isso) você fica reclamando e choramingando pelos cantos (Lê-se, no Twitter) que você ODEIA carnaval. Isso soa meio contraditório, alguém mais concorda?

O que faz o carnaval ser diferente das sextas feiras que você sai, se embebeda e pega várias garotas com o pretexto de "estar curtindo a vida"?

Eu sou adepto do fato de que se você odeia (ou ama) alguma coisa, exteriorizar isso não vai fazer você odiar (ou amar) mais do que você já o faz. Não é o fato de você dizer a alguém que ama que vai provar o amor que você sente. Muito pelo contrário, o fato de você respeitar e fazer o que pensa para a pessoa prova muito mais o seu amor do que ficar falando a cada 20 segundos "eu amo fulano". Isso, na minha opinião, é desespero para chamar a atenção.

Logo, se você ODEIA o carnaval, tanto quanto você exterioriza isso, pare um pouco de falar e comece a agir. O fato de você odiar uma festividade política (ou religiosa) não vai fazer com que ela deixe de existir, na melhor das hipóteses, vai fazer com que nenhum amigo seu queira se aproximar de você durante este período de festas, o que vai tornar seu carnaval ainda pior. Porque se tem uma coisa que eu aprendi é que os amigos podem tornar qualquer evento social uma maravilha.

Então, se você não quer curtir o carnaval, como todas as outras pessoas estão curtindo, por que você não cria um próprio plano de fuga pra você? E olha que nem estou falando de fugir para as montanhas ou de se entocar em uma casa de praia (o que seria suicídio, uma vez que todos farão isso). Estou falando de preparar o seu carnaval, ao seu modo e de seus amigos.

Lá em casa já virou rotina. Carnaval é época de juntar os amigos, ligar o Guitar Hero e tocar durante a madrugada toda, revezando entre os vocais, a guitarra e a bateria (baixo é sempre deixado de fora), enquanto comemos besteiras, falamos coisas engraçadas e nos divertimos muito mais do que os que estão lá fora, curtindo o carnaval per se.

Esse ano tem Dance Central, imagino que o carnaval será ainda mais divertido.

Mas isso não nos faz melhor do que ninguém. Não estou citando este fato para que você perceba como sou um gênio. Na verdade, se você se interessou em ler até aqui, é sinal de que você também tem seus planos para o carnaval e que, na pior das hipóteses, concorda com o que eu estou dizendo.

Infelizmente, as pessoas para quem este texto se destina já pararam de ler lá no segundo parágrafo, quando eu falei que não suportava elas.

No fim das contas, não transforme o Carnaval em um Natal com bundas. Não é o fato da festa ser política, de ter gente promíscua andando pela rua e nem o fato de que ninguém ali se importa que o presente de Natal será um filho, ao invés de um Xbox 360, que fará o Carnaval perder um pouco do que há de cultura nele.

Eu mesmo sou grande fã do desfile das escolas de samba. Não pelas bundas ou pela gente desnuda, mas pelo fato de que ali, bem em frente ao seus olhos (e entre uma bunda e outra), estão lhe contando uma história. E se eu sou o grande defensor das músicas que contam algum tipo de história, seria hipocrisia minha dizer que o carnaval não tem nada pra nos oferecer.

Pode não ser a melhor aula de história do mundo, mas eu tenho certeza que muita gente aprende muito mais ouvindo os narradores das agremiações do que todo o tempo em que passaram na escola sendo massacrados pelas narrações do Brasil Colônia.

Então, da próxima vez que você reclamar do carnaval, olhe para trás e repare em quanto você já se divertiu nesta festa e compare o quão sociável você é hoje e quanto já foi há alguns anos atrás. Vai que nessa comparação você percebe que o carnaval até te fez bem, até você mesmo começar a se fazer mal.

Agora me dêem licença que eu vou ali odiar alguma coisa que não me dê alguns dias de descanso em casa, porque eu não sou burro pra odiar algo que nos dê férias em pleno fevereiro (ou março). Como o dia da árvore, por exemplo.

Esta semana os rockcasters, com a ausência da Jackie Blue, batem um papo com a galera da Banda Saint Spirit, banda de Trash Metal da Baixada Fluminense, RJ. Eles ensinam como ter fôlego para cantar gutural e tocar bateria ao mesmo tempo e revelam o futuro lançamento do "Totó da Saint Spirit."

Conheça mais a banda:
MySpace - http://www.myspace.com/saintspirit

Para baixar o podcast clique com o botão direito do mouse AQUI e depois clique em "Salvar link como..."
Para baixar em .ZIP clique AQUI



Ou ouça no Player abaixo:

É com enorme prazer que anunciamos o recomeço do Podcast mais Rock'n Roll deste país.

Nesta edição de reinauguração, temos algumas novidades, como a adição da nossa mais nova integrante, a bela Jackie Blue, além da volta do quadro "Você Toca Essa Nota" e o novo quadro, "Som de Garagem", onde uma banda independente apresenta o seu som. E para estrear essa nova fase, nós tivemos o prazer de receber a banda Infane. Banda formada em 2009 pelos integrantes Rafa (Voz), Jess (Guitarra), Leo (Guitarra), Felipe (Baixo) e Lucas (Bateria), que contam como é ser roqueiro em Catanduva, como é ter que pagar cotas de ingresso e revelam como é que se mantém um vocalista sem amígdalas na linha...

NOTA: Devido a grande chuva que acontecia em São Paulo na hora da gravação, o microfone dos integrantes da banda foi um pouco prejudicado. O Rockcast pede desculpa a todos os ouvintes pelos eventuais ruidos de fundo.


Para baixar o podcast clique com o botão direito do mouse AQUI e depois clique em "Salvar link como..."
Para baixar em .ZIP clique AQUI

Ou ouça no Player abaixo:



E aê galerinha desse Rock Planet. Beleza?

Pra vcs que achavam que as férias do Rockcasters não acabariam nunca. Tô aqui pra avisar que a moleza acabou, é hora de voltar pro trampo.

Tivemos um probleminha durante a passagem dos meninos por Amsterdã, onde um deles se apaixonou por uma prostituta de vitrine, decidiu largar tudo e tirar a amada da “vida mundana”. Mãããs Euzinha (Pois é, ZINHA no feminino) conheci os outros dois e os ajudei a resgatar o “amigo iludido” das garras da “meretriz golpista”. Como me tornei amiga da galera resolvi dar uma força nessa volta do podcast mais rock’n Roll que existe.

E tô nessa.

Então esperem só mais um pouquinho que logo mais... A gente tá de volta.

XOXO.